imagem retirada do blog de Giulia moon
Esse livro foi escrito pela autora Giulia Moon.É um livro dividido em duas partes,o primeiro falando sobre vampiros e o segundo de seres obscuros.Terror,suspence e fantasia em 33 contos surpreendentes.
Narrativas sombrias em relatos fantásticos em que o inusitado é apresentado como surpreendente realismo.
Faz com o imaginário popular esses seres fiquem mais reais do que nunca.
Vampiros,lobisomens,assombrações e criaturas extraordinárias surgem num jogo de espelhos,bem-humorado ou ás vezes apavorante e cruel.
Cruéis,perigosos e até engraçados,sabemos que não tem reflexão nos espelhos,assim surge o título da primeira parte.
A segunda parte registra em 17 contos ,história de criaturas sobrenaturais que rodam a vida dos seres mortais.Seres famintos.Assombrações,mortos-vivos,dragões e bruxas.
terça-feira, 19 de março de 2013
Felicidade Clandestina de Clarice Lispector
Imagem retirada do blog deliriopiracicabano.blogspot
''Felicidade Clandestina'' é um lindo conto de retrata a hitória de uma menina apaixonada pela leitura.
Nele,Clarice parece questionar ''Afinal,o que é felicidade?''
Narra a história de uma menina com a sua primeira experiência com um livro ''Reinações de Narizinho'' de Monteiro Lobato,mas este livro era de outra menina,má,e que sempre inventava um adesculpa para não entregar o livro a ela.
Até que um dia,a mãe da menina má descobre isso e entreaga o livro a menina,já que havia estranhado as aparições dela em sua porta.
E assim, a menina vai para casa agarrada ao livro,que passou a saboreá-lo como se fosse um amante.
"NÃO ERA MAIS UMA MENINA COM UM LIVRO: ERA UMA MULHER COM O SEU AMANTE"
Biografia de Clarice Lispector
Imagem retirada do site blog clarice
Em Tchetchelnik em 10 de dezembro na Ucrânia, nasce a escritora Clarice Lispector. A família da escritora estabeleceu-se no Recife quando Clarice possuía apenas um ano em 1922.
Em 1935, ela mudou-se para a cidade do
Rio de Janeiro. Trabalhou como professora particular de português e matemática.
Ingressou-se na Faculdade Nacional de Direito e passou a trabalhar num escritório de advocacia, como
secretária. Trabalhou como repórter no jornal “A Noite” em 1942.Naturaliza-se brasileira em 12 de janeiro.
Em 23 de janeiro de 1943, casa-se com Maury Gurgel Valente, seu colega na faculdade de Direito, que em 1940 havia realizado o concurso do Instituto Rio Branco e ingressado na carreira diplomática. Seu primeiro livro a ser publicado foi “Perto do coração selvagem”
De
20 de janeiro a 13 de julho de 1944, o jovem casal passa uma temporada
em Belém, Pará, onde Maury atua como elemento de ligação entre as
autoridades estrangeiras ali sediadas durante a Segunda Guerra Mundial.
Embarca no dia 19 de julho de 1944, para Nápoles, Itália, onde Maury
assume o primeiro posto no exterior. Em virtude do conflito, Clarice só
chegaria à Itália em agosto, após escalas em Portugal e no norte da
África. Em
15 de abril de 1946, o casal Gurgel Valente instala-se em Berna, na
Suíça. Dois anos depois, em setembro nasce o primeiro filho do casal,
Pedro.
Paulo, o segundo filho do casal, nasce em 10 de fevereiro de 1953.
Em 1966, sobrevive a um incêndio em seu quarto que a deixa três dias
entre a vida e a morte e quase provoca a amputação de sua mão direita,
fortemente queimada.
Em 1977, Clarice concede entrevista a Júlio Lerner, da TV Cultura de São Paulo, que só seria veiculada no dia 28 de dezembro.
Em
9 de dezembro, no mesmo ano, morre de câncer, às vésperas de completar
57 anos, sendo sepultada no Cemitério Comunal Israelita do Caju.
Entrevista com Clarice Lispector.
Esta é a primeira parte da entrevista com Clarice Lispector que foi realizada pela emissora TV Cultura no ano de sua morte em 1977.
Clarice não se considerava uma escritora profissional, escrevia quando tinha vontade de manhã tomando seu café.Timída e ousada,como mesmo se definia, se considerava brasileira, mas era ucraniana.
Respondia as perguntas um pouco monossilábica,e evitava de falar de sua vida particular.Estava cansada e abatida devido ao câncer que teve.
Quando não escrevia, sentia-se morta,mas era a única maneira de se sentir livre de si mesma.
Clarice tinha as misturas dos sotaques nordestino com carioca ,e também possuía a língua presa, por isso sua dicção era difícil de ser compreendida.
Seus textos são muitas vezes complexos , e ela mesma não conseguia compreender.Começou a escrever antes dos sete anos de idade e vazia contos na adolescência.Sua família escrevia também sua mãe em um diário em segredo e apenas duas de suas irmãs publicava livros.
Clique aqui para ver as outras partes da entrevista:
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